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Homem de 63 anos, portador de prótese mecânica mitral, apresenta dispneia progressiva há 10 dias e ortopneia. Relata uso irregular de varfarina. Ao exame, há atenuação do clique valvar e sinais de congestão pulmonar. O ecocardiograma sugere aumento de gradiente transvalvar, mas há limitação por sombra acústica. Qual estratégia diagnóstica e terapêutica inicial é mais apropriada, considerando o cenário e as recomendações atuais?
Priorizar avaliação por imagem complementar para caracterizar mobilidade dos folhetos e presença de massa e, então, definir estratégia entre cirurgia e trombólise conforme estabilidade hemodinâmica e perfil de risco.
Definir conduta após abordagem multimodal combinando ecocardiografia, cinefluoroscopia e tomografia computadorizada, com decisão entre cirurgia e trombólise de baixa dose e infusão lenta conforme gravidade e risco.
Intensificar tratamento clínico de insuficiência cardíaca e otimizar anticoagulação, com reavaliação por imagem após estabilização clínica inicial.
Considerar obstrução protética e iniciar estratégia de reperfusão farmacológica após avaliação clínica e ecocardiográfica, com encaminhamento cirúrgico se não houver resposta.
Direcionar investigação para tromboembolismo pulmonar e manter anticoagulação, reservando avaliação da prótese para momento posterior se persistirem sintomas.