

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Paciente de 68 anos, diabético, com doença coronariana triarterial, será submetido à cirurgia de revascularização do miocárdio. A equipe discute estratégia de enxertos considerando prognóstico, perviedade e risco de complicações relacionadas ao acesso, incluindo risco infeccioso esternal.
Nesse contexto, sobre escolha e combinação de enxertos arteriais e venosos no cenário contemporâneo, assinale a alternativa correta.
Enxerto de artéria torácica interna para a artéria descendente anterior apresenta melhor perviedade tardia, devendo a ampliação do uso de enxertos arteriais considerar perfil clínico e risco de complicações.
Enxertos venosos apresentam desempenho equivalente aos arteriais no longo prazo, por isso, a escolha deve priorizar facilidade técnica e tempo operatório.
Enxertos arteriais são preferíveis em todos os territórios coronarianos, independentemente de calibre do vaso-alvo e risco de complicações esternais.
Enxertos venosos têm falência tardia predominantemente por mecanismos idênticos aos enxertos arteriais, o que limita o impacto da escolha do conduto.
A estratégia de enxertos deve ser definida exclusivamente por anatomia coronariana, sem necessidade de ponderar comorbidades e riscos associados ao acesso cirúrgico.