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Paciente de 68 anos apresenta dissecção aguda tipo B da aorta torácica. Inicialmente tratado clinicamente, evolui nas primeiras 48 horas com dor persistente, hipertensão refratária e sinais de malperfusão renal intermitente. A tomografia evidencia falso lúmen parcialmente trombosado, com compressão dinâmica do lúmen verdadeiro. O serviço dispõe de equipe endovascular experiente, embora com limitação parcial de materiais. Qual das seguintes decisões reflete melhor julgamento cirúrgico nesse contexto?
Planejar reparo endovascular da aorta torácica com cobertura do orifício de entrada.
Indicar cirurgia aberta imediata pela limitação parcial de recursos endovasculares.
Manter tratamento clínico intensivo até resolução completa da dor.
Aguardar cronificação da dissecção para reduzir risco do procedimento.
Realizar fenestração distal associada a controle rigoroso da pressão arterial, visando ao alívio da malperfusão renal enquanto se avalia estratégia definitiva.