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Em relação à avaliação do comportamento autolesivo e suicida geral na infância e na adolescência, assinale a alternativa correta.
A intencionalidade e a letalidade de uma tentativa de suicídio são a parte menor da avaliação nessa faixa etária, uma vez que a compreensão da morte e das consequências pode não estar totalmente desenvolvida, e ainda há baixa regulação da impulsividade pela imaturidade biológica.
Nos últimos anos no Brasil, houve uma redução nas taxas de mortalidade por suicídio entre 15 e 19 anos, porém ainda seguimos entre os 10 países com maiores números absolutos de mortes por essa causa.
O cyberbullying é parte importante da avaliação entre os jovens, como fator de risco e estressor mais contínuo comparado ao bullying, antes mais restrito ao ambiente escolar. As redes sociais também são reconhecidas como propagadoras por contágio do comportamento autolesivo.
Ainda não há boas evidências de que jovens pertencentes ao grupo LGBTQI+ e/ou com histórico de automutilação apresentam risco aumentado de comportamento suicida.
Os diagnósticos mais associados à autolesão em jovens são o transtorno depressivo maior, transtorno de personalidade borderline, fobia social e transtorno de estresse pós-traumático.