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Criança de 8 meses, com fisiologia de ventrículo único, foi submetida recentemente a shunt de Glenn bidirecional. Evolui no pós-operatório com dessaturação progressiva e aumento de pressão venosa na parte superior do corpo, além de edema facial. A tomografia computadorizada (TC) sugere estreitamento no local de anastomose do shunt.
Qual complicação e qual consequência fisiológica explicam melhor esse quadro?
Trombose do shunt sistêmico pulmonar, com hiperfluxo pulmonar e insuficiência cardíaca de alto débito.
Estenose do shunt de Glenn, com síndrome da veia cava superior e redução do fluxo pulmonar.
Fenestração do Fontan, com aumento de resistência vascular sistêmica e redução de débito cardíaco.
Insuficiência do ventrículo sistêmico por redução da resistência vascular pulmonar, levando a roubo coronariano diastólico.
Migração de bandagem da artéria pulmonar, com aumento do retorno venoso pulmonar e edema agudo de pulmão.