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A incidência de pacientes com problemas de saúde mental que buscam o pronto-socorro pediátrico está crescendo cada vez mais. Em relação à avaliação e à confidencialidade em contexto de emergência psiquiátrica, é correto afirmar que
os pais ou cuidadores são comumente a principal fonte de informação, e crianças menores de 10 anos, por serem menos propensas a responder de forma confiável os sintomas e duração, podem deixar de ser entrevistadas sozinhas no contexto de emergência
é recomendado evitar discutir com adolescentes a confidencialidade para não gerar desconfiança e dificultar a formação de vínculo.
questões delicadas, como abuso de substâncias, atividade sexual e gravidez, não são, necessariamente, condições que exijam a quebra da confidencialidade para os responsáveis do menor de idade.
o questionamento direto sobre ideação ou planejamento suicida é desencorajado, tendo em vista o aumento de risco em crianças e jovens mais sugestionáveis.
o médico, quando há suspeita de abuso ou maustratos, deve recorrer ao serviço de assistência social e à agência local de proteção à criança antes da denúncia formal.