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Paciente de 74 anos, diabético e obeso, submetido à revascularização do miocárdio, retorna ao pronto atendimento, 20 dias após alta, com febre e malestar, além de dor torácica anterior. Ao exame, há instabilidade hemodinâmica e alteração local em ferida esternal, porém o exame físico inicial não permite concluir a profundidade do acometimento. Exames laboratoriais sugerem resposta inflamatória sistêmica.
No contexto de complicações pós-operatórias de revascularização, qual complicação apresenta associação particularmente forte com aumento de readmissão precoce e impacto prognóstico relevante?
Fibrilação atrial pós-operatória persistente, associada a instabilidade clínica e necessidade de intervenções adicionais.
Infecção esternal profunda, incluindo mediastinite, associada a necessidade de reintervenção e suporte intensivo.
Derrame pericárdico pequeno, quando acompanhado de dor torácica no pós-operatório tardio.
Episódios de hipotensão transitória no pós-operatório imediato, mesmo quando rapidamente reversíveis.
Anemia leve no pós-operatório, quando não há necessidade de transfusão.