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Paciente do sexo masculino, 68 anos, submetido à cirurgia cardíaca eletiva, encontra-se na unidade de terapia intensiva em pós-operatório imediato, intubado, monitorizado e com acesso arterial invasivo. Evolui subitamente com assistolia durante aspiração traqueal. A equipe inicia imediatamente reanimação cardiopulmonar (RCP) com compressões torácicas de alta qualidade e ventilação por via aérea avançada. Após 2 minutos de RCP: pressão arterial invasiva durante compressões mostra pressão diastólica média de 18 mmHg; capnografia mostra pressão expiratória final de dióxido de carbono (ETCO₂) persistente em 8 mmHg; não há retorno da circulação espontânea.
De acordo com as recomendações atuais para reanimação cardiopulmonar em ambiente hospitalar, a conduta que deve ser priorizada para otimizar a chance de retorno da circulação espontânea é
aumentar a frequência das compressões acima de 130 por minuto.
priorizar ventilação adequada e correção de hipóxia, associadas à reanimação cardiopulmonar contínua.
iniciar desfibrilação elétrica de alta energia
administrar bicarbonato de sódio de forma empírica.
otimizar a qualidade das compressões e administrar epinefrina intravenosa.