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Paciente de 72 anos, diabético e obeso, submetido à revascularização do miocárdio por esternotomia mediana, encontra-se no pós-operatório imediato em unidade de terapia intensiva. Evolui com dor moderada a intensa, hiperglicemia persistente e risco elevado de complicações infecciosas de ferida. Considerando estratégias atuais de analgesia e prevenção de infecção, a conduta integrada mais apropriada é
analgesia baseada predominantemente em opioides intravenosos, com ajustes conforme sedação e parâmetros ventilatórios.
analgesia multimodal poupadora de opioides, associada a controle glicêmico estruturado e medidas de prevenção de complicações de ferida.
analgesia com foco em minimizar uso de medicações sistêmicas, priorizando tolerância clínica até a extubação.
estratégia analgésica com anti-inflamatórios não esteroidais como eixo principal, associada à revisão do esquema de insulina conforme glicemias.
analgesia escalonada após estabilização respiratória, com foco inicial em metas hemodinâmicas e ventilatórias.