

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Mulher de 55 anos, obesa (IMC 32 kg/m²), diabética tipo 2, hipertensa e dislipidêmica, faz uso de metformina, glibenclamida, losartana e sinvastatina de maneira regular desde o seu diagnóstico. Nos exames de controle, apresentou uma HbA1c de 8,9%. O médico observou que o controle glicêmico está inadequado e a paciente apresenta alto risco cardiovascular. Diante do exposto, a melhor opção é
adicionar um inibidor do cotransportador sódio glicose 2 (iSGLT2).
aumentar a dose da glibenclamida para atingir dose máxima.
iniciar insulinoterapia basal (NPH) e insulina regular.
substituir a glibenclamida por glimepirida.
focar exclusivamente mudança do estilo de vida.