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Durante um plantão em uma unidade de terapia intensiva pediátrica, ocorre um erro de medicação em uma criança com insuficiência respiratória. O enfermeiro administra uma dose incorreta de sedativo, sem repercussões clínicas graves. A equipe discute se o evento deve ser comunicado à família e à gestão de risco.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada a ser tomada nesse caso, segundo a Portaria MS nº 529/2013 e os princípios da segurança do paciente na assistência pediátrica.
Não comunicar, pois o evento não causou dano efetivo ao paciente.
Comunicar à família e registrar o evento como “quase erro” ou “near miss”.
Informar apenas à equipe médica, sem registro formal, por se tratar de erro humano.
Relatar apenas se houver repercussões legais.
Aguardar o desfecho clínico para decidir se é necessário relatar.


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