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Uma adolescente de 15 anos, portadora de cardiomiopatia dilatada em estágio terminal, expressa o desejo de compreender seu quadro clínico e participar das decisões relacionadas ao tratamento. A mãe solicita à equipe assistencial que não sejam discutidas com a paciente informações sobre a gravidade da doença, com o objetivo de preservar sua esperança.
À luz dos princípios bioéticos aplicados à prática médica em pediatria e da comunicação em cuidados paliativos, a conduta mais adequada do médico diante dessa situação é
atender ao pedido da mãe e evitar discutir o prognóstico com a paciente, respeitando a autoridade parental.
transmitir todas as informações à adolescente sem considerar o contexto familiar, garantindo autonomia absoluta.
negociar com a mãe a forma e o momento da conversa, promovendo comunicação honesta e adequada ao nível de compreensão da paciente.
solicitar avaliação judicial para decidir sobre o direito de informação da adolescente.
delegar a comunicação exclusivamente ao serviço de psicologia hospitalar.