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Ao final de uma consulta de rotina em ambulatório de reumatologia pediátrica, um paciente de 16 anos pede para conversar a sós com o médico, sem a presença dos pais. Ele relata ter suspendido o uso de metotrexato por conta própria há cerca de quatro semanas, devido a receio de efeitos adversos. Até o momento, apresenta apenas discreta rigidez matinal, sem piora funcional evidente. O adolescente pede que essa informação não seja compartilhada com seus responsáveis. Considerando as normas éticas aplicáveis ao exercício profissional, a conduta mais adequada é
garantir que a informação não será compartilhada com terceiros, mantendo a confidencialidade como regra central do cuidado.
solicitar que o paciente revele espontaneamente o ocorrido aos responsáveis, mantendo o sigilo caso ele recuse.
registrar integralmente a situação em prontuário, mas postergar decisão sobre comunicação à família até eventual piora clínica.
encaminhar o adolescente para avaliação psicológica e, enquanto isso, manter a suspensão medicamentosa em sigilo.
conversar com o paciente para compreender o contexto e estimular sua autonomia, informando os responsáveis se houver risco significativo decorrente da suspensão do tratamento.


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