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Uma adolescente de 12 anos, com lúpus eritematoso sistêmico e nefrite, é internada para pulsoterapia com metilprednisolona. O plano inicial incluía profilaxia antiparasitária, mas essa etapa não foi registrada como realizada. Durante a infusão, houve pico hipertensivo, sendo necessária medicação e interrupção temporária do esquema. Posteriormente, identificou-se que as anotações de sinais vitais estavam incompletas. A equipe notificou o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), e foi organizada discussão institucional sobre o ocorrido. Considerando os princípios da cultura de segurança e as diretrizes da RDC ANVISA nº 36/2013, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada nesse contexto.
Encaminhar o caso para avaliação individual pela chefia imediata, com orientação direta ao profissional envolvido.
Registrar internamente o ocorrido no setor, priorizando reorganização local das rotinas assistenciais.
Comunicar formalmente o incidente somente se houver dano persistente após o episódio hipertensivo.
Direcionar a discussão do caso ao corpo clínico, pois os protocolos de pulsoterapia são de responsabilidade médica.
Registrar o incidente, realizar análise sistêmica com participação dos setores envolvidos, identificar pontos críticos do processo e propor melhorias institucionais.