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Em uma UTI neonatal, a taxa de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) associada a cateter venoso central aumentou de 7 para 11/1000 cateter-dia nos últimos dois meses. Auditorias mostram adesão à higiene das mãos de apenas 63%, descarte inadequado de resíduos contaminados e ausência de discussão sistemática dos indicadores no Núcleo de Segurança do Paciente (NSP). Segundo as RDC nº 36/2013, nº 36/2015 e nº 222/2018, a ação mais apropriada para reduzir IRAS nesse cenário é
aumentar o uso empírico de antimicrobianos de amplo espectro até normalização das taxas de IRAS.
intensificar o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) e focar apenas o correto descarte de resíduos, pois é o principal determinante de IRAS.
implantar plano de ação do NSP com monitoramento ativo de indicadores, reforço de higiene das mãos e implementação de bundles de prevenção.
padronizar banho diário com clorexidina para todos os recém-nascidos, independentemente da idade gestacional.
reduzir o número de profissionais na UTI para minimizar trânsito e risco de contaminação cruzada.