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Uma criança de 6 anos é submetida, em hospital público, à apendicectomia por apendicite complicada. No pós-operatório imediato, ocorre troca de plantão da equipe cirúrgica e transferência do paciente da sala de recuperação para a enfermaria pediátrica. Os pais relatam insegurança por receberem informações divergentes de diferentes profissionais sobre dieta, analgesia e previsão de alta. Considerando os princípios de segurança do paciente e humanização da assistência cirúrgica infantil, qual conduta é a mais adequada para reduzir riscos assistenciais nesse contexto?
Centralizar a comunicação apenas no cirurgião responsável, restringindo a participação de outros membros da equipe.
Permitir que cada profissional forneça orientações de forma independente, conforme sua experiência individual.
Evitar a participação dos familiares durante os momentos de transição de cuidado, para reduzir interferências no fluxo assistencial.
Orientar os familiares a esclarecer dúvidas exclusivamente durante a visita médica diária.
Implementar transferência de cuidado estruturada entre as equipes, com alinhamento multiprofissional das condutas e comunicação clara e consistente com os familiares.


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