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Recém-nascido apresenta genitália ambígua, com falo aumentado, única abertura perineal e ausência de gônadas palpáveis. Nas primeiras 48 horas de vida, evolui com vômitos, desidratação e distúrbios hidroeletrolíticos. Diante desse quadro, a equipe assistencial levanta a hipótese de distúrbio da diferenciação sexual. Considerando as prioridades clínicas e assistenciais nesse cenário, qual é a conduta inicial mais adequada?
Definir as ações a serem tomadas com base exclusiva no aspecto da genitália externa.
Realizar intervenção cirúrgica precoce da genitália para reduzir repercussões psicossociais futuras.
Priorizar investigação clínica e laboratorial urgente para afastar condição potencialmente grave e orientar a estabilização inicial.
Indicar laparoscopia diagnóstica imediata para identificação das gônadas antes de outras medidas.
Postergar a investigação etiológica até completa estabilização clínica, sem medidas diagnósticas iniciais.