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Criança de 8 anos é trazida ao pronto atendimento após...

Criança de 8 anos é trazida ao pronto atendimento após atropelamento. Está agitada, pele fria, taquicardia importante, tempo de enchimento capilar prolongado e extremidades hipoperfundidas. A pressão arterial está dentro do esperado para idade. Há suspeita de sangramento interno e necessidade de controle rápido de hemorragia. A equipe iniciou acesso venoso periférico, aquecimento ativo e avaliação pelo protocolo ultrassom (USG) focado (FAST). Considerando princípios atuais de ressuscitação de controle de danos em trauma pediátrico, qual conduta é a mais adequada na fase inicial, antes do controle definitivo do sangramento?


A

Administrar repetidos bólus de cristaloide até normalizar a frequência cardíaca antes de considerar transfusão.


B

Priorizar estratégia de ressuscitação hemostática, com ativação de protocolo de transfusão maciça e redução de hemodiluição, além de prevenir hipotermia.


C

Aguardar queda da pressão arterial para iniciar medidas hemostáticas, pois a normotensão sugere ausência de choque hemorrágico.


D

Iniciar antifibrinolítico rotineiramente em todos os traumas pediátricos, independente de gravidade ou tempo de trauma.


E

Postergar transfusão até confirmação tomográfica de sangramento, para evitar exposição desnecessária a hemocomponentes.