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Homem de 24 anos, vítima de atropelamento, chega à emergência com rebaixamento do nível de consciência. Escala de Coma de Glasgow: 6 (O2 V1 M3). Sinais vitais: PA 92×60 mmHg, FC 118 bpm, SatO₂ 92% em oxigênio suplementar. Pupilas isocóricas e reativas. O exame ultrassonográfico focado para avaliação de trauma (FAST – Focused Assessment with Sonography for Trauma) está negativo. A equipe questiona qual deve ser a conduta hemodinâmica adequada durante a ressuscitação inicial. Nesse contexto, segundo as recomendações atuais de manejo integrado do politraumatizado com traumatismo cranioencefálico grave, qual estratégia é contraindicada?
Manter PAM ≥ 65-70 mmHg.
Evitar hiperventilação profilática.
Evitar hipotensão (PAS < 100 mmHg).
Realizar ressuscitação permissiva com PAS entre 80-90 mmHg.
Iniciar sedação e analgesia adequadas após controle de via aérea.