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Adolescente de 14 anos com DM1 há 7 anos segue em serviço especializado. Dados do último ano:
• HbA1c variando entre 10,8-11,6%;
• 2 episódios de cetoacidose diabética com internação;
• Faltas frequentes às consultas;
• Já foram implementadas medidas ambulatoriais intensivas nos últimos 6 meses:
• aumento da frequência de contatos telefônicos com enfermagem;
• revisão de contagem de carboidratos;
• tentativa de uso de CGM (retirou após 2 semanas);
• consulta com psicologia para adesão.
Após esses 6 meses, a HbA1c permanece em 11,4%, sem queda ≥1%.
Qual é a conduta assistencial mais adequada nesse momento, de acordo com a melhor evidência disponível?
Manter o mesmo plano ambulatorial por mais 6-12 meses, pois o impacto costuma ser tardio.
Trocar imediatamente todo o esquema de insulina por bomba de infusão contínua, sem outras mudanças.
Indicar internação eletiva de curta duração para estabilização glicêmica, reeducação intensiva e reorganização do plano terapêutico, mantendo seguimento ambulatorial estruturado após a alta.
Suspender definitivamente o uso de tecnologias (como CGM), pois a tentativa inicial fracassou.
Considerar o caso “sem possibilidade de melhora” e focar apenas em prevenir DKA, sem novas intervenções educativas.