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Homem de 58 anos, ex-tabagista (30 maços/ano), apresenta dispneia progressiva há 10 meses, tosse seca e redução da tolerância ao exercício. Ao exame físico, são evidenciados estertores crepitantes bibasais e baqueteamento digital. Provas de função pulmonar mostram padrão restritivo com redução de DLCO. A TCAR demonstra reticulado subpleural predominante nas bases, faveolamento (“honeycombing”) em regiões posterobasais, ausência de vidro fosco significativo e bronquiectasias de tração. Segundo os critérios de imagem descritos nas diretrizes para doenças intersticiais, o diagnóstico mais provável é
pneumonia intersticial não específica (NSIP).
pneumonia organizante criptogênica.
fibrose pulmonar idiopática (padrão UIP típico).
pneumonite de hipersensibilidade crônica.
pneumonia eosinofílica aguda.