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Homem de 54 anos, com histórico de hipertensão e dislipidemia, procura atendimento devido à dor torácica atípica recorrente nos últimos 10 dias. O eletrocardiograma é inespecífico, e a troponina é negativa. O cardiologista solicita angio-TC de coronárias, que revela:
• artéria descendente anterior com placa não calcificada, causando estenose moderada (50–60%);
• score de cálcio baixo;
• ausência de artefatos significativos;
• anatomia coronária usual, sem anomalias.
Após o exame, surge a dúvida se há impacto funcional da estenose e se deve prosseguir com nova modalidade de imagem. Considerando as recomendações atuais sobre TC cardiovascular e ressonância magnética cardíaca, qual é o método complementar mais adequado nesse cenário?
Realizar cintilografia miocárdica de perfusão, pois é sempre superior à RM para estenoses moderadas.
Solicitar ressonância magnética cardíaca com estresse farmacológico para avaliação de isquemia.
Repetir a angio-TC com contraste em protocolo multiphase para melhorar a quantificação da estenose.
Indicar ressonância sem contraste com T1/T2 mapping apenas para avaliação estrutural.
Prosseguir diretamente com cine-RM sem estresse, já que alterações segmentares serão suficientes para avaliar isquemia.


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