Imagem de fundo

Um paciente com suspeita de insuficiência arterial femoropoplítea realiza US Doppler ar...

Um paciente com suspeita de insuficiência arterial femoropoplítea realiza US Doppler arterial. O exame mostra:


• onda monofásica no segmento femoral distal;

• aumento de PSV no poplíteo proximal;

• artefatos de aliasing e turbulência distal.


A equipe deseja complementar a investigação com exame anatômico para planejamento de possível intervenção. Considerando as vantagens e limitações de CTA (angiotomografia) e MRA (angioressonância magnética) descritas nas revisões clássicas, a melhor escolha para avaliação anatômica detalhada das artérias femoropoplíteas é


A

MRA contrastada, pois é menos afetada por calcificações e não depende de janela acústica.


B

CTA, pois é o método menos sensível a calcificações e melhor para vasos distais.


C

US Doppler repetido com aumento de PRF (frequência de repetição de pulso) para eliminar aliasing, dispensando outros exames.


D

MRA sem contraste (TOF - time-of-flight), que oferece melhor resolução espacial que CTA.


E

cateterismo diagnóstico imediato, pois permite a avaliação não só dos vasos, mas também de outras estruturas não vasculares adjacentes.