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Paciente de 71 anos, com carcinoma hepatocelular multifocal, função hepática preservada e doença restrita ao fígado, é avaliado para radioembolização hepática. O estudo angiográfico prévio demonstra desvio significativo do fluxo arterial para o pulmão.
Diante desse achado, a conduta mais adequada é
proceder à radioembolização (TARE) normalmente, pois shunt <20% é seguro.
aumentar a dose de Y-90 para compensar o shunt e garantir maior irradiação tumoral.
evitar radioembolização (TARE) com Y-90, pois o shunt >10–15% aumenta risco de pneumonite por radiação.
a presença de trombose portal é contraindicação absoluta à realização da radioembolização.
prosseguir com quimioembolização (TACE) em vez de SIRT, pois bilirrubina >1,5 mg/dL contraindica qualquer radioembolização.