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Mulher de 45 anos, vítima de trauma de alta energia, chega ao pronto atendimento com fraturas pélvicas instáveis, hipotensão persistente e necessidade contínua de transfusão. O exame FAST não evidencia líquido livre intra-abdominal. Após estabilização inicial, a tomografia computadorizada com contraste demonstra extravasamento de contraste em território arterial pélvico, sem outras fontes de sangramento identificáveis.
Considerando o manejo atual do choque hemorrágico de origem pélvica, o próximo passo mais adequado é
repetir a TC com contraste em 6 horas para confirmar se o extravasamento persiste antes de qualquer intervenção.
realizar laparotomia exploradora imediata, mesmo com FAST negativo, pois toda instabilidade deve ser tratada cirurgicamente.
encaminhar imediatamente para angiografia e embolização arterial pélvica seletiva ou bilateral, conforme achados.
indicar apenas fixação externa da pelve e observação em UTI, pois a estabilização óssea controla a maioria dos sangramentos.
inserir filtro de veia cava inferior profilático para reduzir sangramento venoso e risco tromboembólico agudo.