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Adolescente de 15 anos apresenta dor progressiva e aumento de volume em coxa esquerda desde a infância. Ao exame, observa-se massa mole e compressível, sem sopros; a ultrassonografia com Doppler evidencia cavidades compressíveis com fluxo venoso lento e focos compatíveis com flebólitos; a ressonância magnética demonstra lesão infiltrativa hiperintensa em sequências ponderadas em T2, com realce tardio e ausência de sinais de alto fluxo.
Considerando a classificação das anomalias vasculares, os achados de imagem e as opções terapêuticas endovasculares, assinale a alternativa que apresenta interpretação e conduta mais adequadas.
Tratar como malformação arteriovenosa de alto fluxo (AVM), indicando embolização transarterial com Onyx ou cola N-butil cianoacrilato visando à oclusão imediata do nidus.
Classificar como hemangioma intramuscular (tumor vascular benigno) e indicar apenas corticoterapia sistêmica, reservando procedimentos endovasculares para falha medicamentosa.
Classificar como malformação venosa (VM) de baixo fluxo e indicar escleroterapia guiada por imagem (idealmente com espuma de etanol ou polidocanol/sodium tetradecyl sulfate), após flebografia, com atenção para coagulopatia local intravascular.
Considerar linfangioma macrocístico (malformação linfática) e indicar punções evacuadoras simples, evitando agentes esclerosantes devido ao alto risco de necrose cutânea.
Considerar angiodisplasia inespecífica; o melhor exame para definir conduta é arteriografia diagnóstica por via femoral, sem necessidade de ultrassom ou RM prévias.