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Uma criança de 8 anos, previamente saudável, com diagnóstico confirmado de TDAH − subtipo combinado, inicia tratamento com metilfenidato de liberação imediata. Após duas semanas, os pais relatam melhora parcial da desatenção, mas surgem dor abdominal recorrente, discreta perda de peso, e um aumento inesperado de irritabilidade noturna, apesar de o medicamento ter sido administrado exclusivamente pela manhã. A criança dorme tardiamente, com latência aumentada, porém sem insônia de meio de noite. A avaliação do neuropediatra mostra peso e altura no percentil adequado, sem outras alterações.
Qual é a conduta clínica mais apropriada neste cenário?
Suspender imediatamente o metilfenidato e substituir por atomoxetina devido à irritabilidade.
Aumentar a dose matinal para evitar sintomas tardios e melhorar o controle comportamental ao final do dia.
Manter a mesma dose, mas passar para formulação de liberação prolongada para reduzir flutuações plasmáticas e efeitos rebote.
Introduzir clonidina noturna para tratar irritabilidade e distúrbios de sono, mantendo o metilfenidato atual.
Reduzir a dose e administrar o metilfenidato mais cedo pela manhã, associando higiene do sono antes de considerar troca de fármaco.