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Uma mulher de 35 anos, sem comorbidades clínicas...

Uma mulher de 35 anos, sem comorbidades clínicas relevantes, procura atendimento relatando humor deprimido há 2 meses, anedonia, insônia inicial, fadiga e sentimentos de inutilidade. Nega ideação suicida atual. Não faz uso prévio de psicofármacos. Após confirmar o diagnóstico de transtorno depressivo maior (episódio moderado), qual é a conduta farmacológica inicial mais adequada no contexto ambulatorial?


A

Iniciar benzodiazepínico de longa ação em monoterapia, por pelo menos um mês, de modo a estabilizar o humor, e depois iniciar antidepressivo.


B

Indicar eletroconvulsoterapia (ECT) como tratamento de primeira linha, dada a gravidade do quadro e melhora mais rápida.


C

Iniciar um inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS), em dose terapêutica, associado a intervenções psicossociais, com reavaliação em 4–6 semanas.


D

Iniciar antipsicótico de segunda geração em monoterapia, pois são superiores aos antidepressivos no tratamento de depressão unipolar.


E

Não iniciar farmacoterapia, recomendando apenas medidas de estilo de vida (atividade física, sono) e retorno em 6 meses.