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As síndromes hemorrágicas agudas são condições que se caracterizam por sangramentos repentinos e potencialmente graves, podendo decorrer de distúrbios da coagulação, plaquetas ou alterações vasculares. O manejo envolve avaliação rápida da gravidade do sangramento, identificação da causa subjacente, suporte hemodinâmico imediato e terapias específicas, incluindo transfusão de hemoderivados, correção de coagulopatias e uso de agentes hemostáticos. Considerando esses princípios, analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
Em pacientes com síndrome hemorrágica aguda, a transfusão empírica de plasma fresco congelado deve ser iniciada imediatamente em todos os casos, independentemente da causa ou resultados laboratoriais.
Agentes antifibrinolíticos, como o ácido tranexâmico, não têm papel em nenhuma situação de hemorragia aguda, independentemente do mecanismo fisiopatológico.
A trombocitopenia leve isolada (<100.000/mm³) é sempre indicativa de transfusão plaquetária emergencial em pacientes com sangramento ativo.
A identificação rápida da causa subjacente do sangramento, como deficiência de fatores de coagulação, uso de anticoagulantes ou doenças plaquetárias, é crucial para direcionar o manejo específico.