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Durante uma ultrassonografia pélvica transvaginal em uma paciente de 42 anos com dismenorreia e menorragia progressiva, o útero é avaliado. O exame revela um útero globoso, com assimetria miometrial (parede posterior mais espessa que a anterior), zonas juncionais miometriais indefinidas, e a presença de pequenos cistos miometriais subendometriais. Qual é a principal hipótese diagnóstica com base nesses achados?
Hiperplasia endometrial complexa, que se manifesta como um espessamento do endométrio (camada interna), e não como uma alteração difusa do miométrio (parede muscular).
Adenomiose, caracterizada pela presença de tecido endometrial (glândulas e estroma) ectópico dentro do miométrio, gerando os achados descritos.
Endometriose profunda (ex: ligamento uterosacro), que afeta estruturas pélvicas fora do miométrio, embora possa coexistir com adenomiose.
Leiomiomatose uterina (miomas), que geralmente se apresentam como nódulos hipoecoicos bem definidos, com sombra acústica lateral, e não como uma infiltração difusa com cistos.


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