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Paciente de 42 anos com doença de Crohn apresenta fístula perianal complexa com múltiplos trajetos (fístula transesfincteriana com ramificações). Após 8 semanas de tratamento clínico com antibióticos e imunossupressores (infliximabe), a fístula persiste drenando. Qual é a estratégia cirúrgica mais apropriada, considerando o risco de incontinência fecal?
Fistulotomia convencional com divisão extensa do esfíncter externo como forma de abordagem direta do trajeto fistuloso.
Posicionamento de Seton de drenagem para controle inicial, planejando abordagem definitiva com fistulotomia em etapas subsequentes.
Ressecção segmentar do intestino acometido, seguida de anastomose primária como estratégia para controle da doença fistulizante.
Fechamento do orifício interno por meio de retalho de avanço anorretal associado à manutenção de Seton para drenagem adequada da fístula.
Desvio fecal temporário com colostomia, visando reduzir inflamação local e programar reparo definitivo após evolução clínica favorável.


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