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Homem de 61 anos, com derrame pleural unilateral à direita, moderado a volumoso, identificado à radiografia de tórax durante investigação de dispneia progressiva. Não há diagnóstico etiológico definido até o momento. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, sem sinais de insuficiência respiratória aguda. Considerando a abordagem inicial do derrame pleural unilateral de causa indeterminada, qual conduta é mais adequada para maximizar a segurança do procedimento e a acurácia diagnóstica?
Realizar toracocentese diagnóstica com base apenas em marcos anatômicos, desde que o derrame seja claramente visível à radiografia.
Solicitar tomografia computadorizada de tórax antes da toracocentese diagnóstica, mesmo em derrames volumosos e não loculados.
Postergar toracocentese diagnóstica até completa investigação etiológica não invasiva.
Utilizar ultrassom à beira-leito para confirmar a presença do derrame e guiar o local da punção, sempre que disponível.
Proceder à drenagem completa do derrame no primeiro procedimento, independentemente da sintomatologia.