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Em relação ao tratamento não farmacológico dos transtornos de tique na infância e adolescência, assinale a alternativa correta.
Intervenções psicoterápicas não possuem evidência científica no manejo dos tiques.
A terapia de reversão de hábitos (habit reversal training – HRT) é considerada intervenção de primeira linha.
Técnicas comportamentais são indicadas apenas quando há comorbidade psiquiátrica grave.
Psicoeducação familiar não exerce impacto clínico relevante nos transtornos de tique.
A abordagem não farmacológica é contraindicada em casos de síndrome de Tourette.