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Mulher de 70 anos, pós-menopausa, procura avaliação de risco de fratura. Não apresenta fraturas prévias, mas relata histórico de fratura de antebraço na mãe. Possui hipertensão controlada, IMC 19 kg/m² e faz uso crônico de corticosteroides orais por Doença Pulmonar Intersticial (DPI). A densitometria óssea mostra T-score −1,8 no colo do fêmur e −1,5 na coluna lombar. O FRAX calculado com densitometria estima: Risco de fratura osteoporótica maior em 10 anos: 25%; Risco de fratura de quadril em 10 anos: 6%. Com base nos critérios atuais de decisão terapêutica, a conduta mais adequada é:
Apenas medidas gerais (cálcio, vitamina D, exercícios) e repetir densitometria em 2 anos.
Considerar apenas o T-score para decisão, ignorando FRAX.
Solicitar exame de tomografia computadorizada para confirmação do diagnóstico antes de tratar.
Iniciar tratamento apenas se ocorrer fratura clínica.
Iniciar tratamento farmacológico específico para osteoporose.