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Caso hipotético: mulher de 51 anos procura a Atenção Primária à Saúde (APS) com queixas de ondas de calor diárias, pior à noite, despertares frequentes, redução da qualidade do sono e irritabilidade há cerca de 8 meses. Refere 10 meses de amenorreia, ciclos previamente irregulares, sem história pessoal ou familiar de câncer de mama, trombose, Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou doença coronariana. Pressão arterial 122/76 mmHg, IMC 24 kg/m², exame físico normal. Nega tabagismo. Mamografia de rastreamento há 9 meses normal. Exames laboratoriais prévios sem alterações. Pergunta se existe “algum tratamento mais eficaz do que fitoterápicos” para os sintomas. Considerando o quadro clínico e as recomendações de diretrizes nacionais e internacionais, qual é a conduta inicial mais adequada?
Priorizar ISRS como primeira linha, independentemente da gravidade dos sintomas ou avaliação individual.
Indicar terapia hormonal após avaliação individual de risco-benefício, dada a presença de sintomas vasomotores moderados e ausência de contraindicações.
Reduzir atividades físicas, pois exercícios podem exacerbar sintomas climatéricos.
Postergar terapia hormonal até completar 24 meses de amenorreia para reduzir riscos.
Evitar terapia hormonal devido à idade (>50 anos).