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Caso hipotético: homem de 41 anos apresenta aumento de linfonodo cervical inferior direito há aproximadamente 12 dias, doloroso à palpação, móvel, de consistência fibro-elástica. Relata IVAS autolimitada 3 semanas antes. Afebril, sem sudorese noturna, sem perda ponderal, sem rigidez de nuca ou odinofagia. Laringoscopia simples sem alterações. Hemograma recente mostra leucócitos normais, sem desvio à esquerda. Nega contato com gatos, viagens recentes, uso de imunossupressores ou fatores de risco para ISTs. Solicita “um exame mais completo para descartar câncer”.
Qual a conduta mais adequada no contexto de APS, considerando o tempo de evolução e a ausência de sinais de alarme?
Iniciar corticoide sistêmico visando à rápida regressão da linfonodomegalia.
Solicitar biópsia excisional imediata para descartar linfoma.
Prescrever antibiótico por 30 dias mesmo sem evidência de infecção bacteriana ativa.
Solicitar ultrassom e tomografia de rotina independentemente de qual a suspeita clínica.
Acompanhar clinicamente e reavaliar em 3–4 semanas, orientando retorno precoce se surgirem sinais de alarme.