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Caso hipotético: mulher de 34 anos relata sintomas respiratórios há meses: tosse seca noturna 1–2 vezes por semana, uso de broncodilatador de resgate ocasional, episódios de aperto no peito desencadeados por exercícios intensos e despertares noturnos esporádicos. Nega internações prévias. Exame físico normal. Espirometria evidencia VEF1 pós-broncodilatador de 78% do previsto, com relação VEF1/CVF reduzida. Paciente nunca usou terapia controladora de doença contínua e está preocupada em “virar dependente de bombinhas”. Qual passo terapêutico inicial é recomendado pelas diretrizes atuais?
Encaminhar ao especialista antes de testar qualquer terapia.
Prescrever apenas broncodilatador de curta ação como monoterapia.
Iniciar corticoide oral contínuo para controle de sintomas.
Introduzir corticosteroide inalatório em baixa dose associado a broncodilatador de resgate conforme necessidade.
Suspender atividade física até controle total dos sintomas.