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Homem, 70 anos, tabagista de grande monta (80 maços-ano), dá entrada no pronto-socorro com dispneia progressiva há 3 dias, associada a tosse produtiva com expectoração purulenta. Refere piora da tolerância aos esforços. Ao exame: PA= 140 × 85 mmHg; FC = 104 bpm; FR = 30 irpm; SpO₂: 86% em ar ambiente. Murmúrio vesicular globalmente diminuído, com sibilos difusos. Uso de musculatura acessória. Radiografia de tórax sem sinais de consolidação pulmonar.
Gasometria arterial em ar ambiente:
- pH: 7,28;
- PaCO₂: 60 mmHg;
- PaO₂: 52 mmHg;
- HCO₃⁻: 28 mEq/L.
Diante do quadro clínico hipotético, é CORRETO afirmar que a conduta inicial mais adequada é:
ventilação não invasiva, broncodilatadores de curta duração inalados, corticoide sistêmico e oxigenoterapia titulada.
oxigenoterapia em alto fluxo visando a saturação ≥ 98%, associada a antibiótico endovenoso.
intubação orotraqueal imediata devido à hipercapnia e acidose respiratória.
uso isolado de broncodilatador de longa duração e observação clínica.
restrição hídrica rigorosa e diurético intravenoso.