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Homem, 66 anos, portador de diabetes Mellitus tipo 2, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e doença renal crônica estágio 3, é admitido na emergência com febre, taquipneia, hipotensão e rebaixamento do nível de consciência. Evoluiu nas últimas 12 horas com oligúria. História recente de internação hospitalar há 45 dias por pneumonia, na qual fez uso de ceftriaxona por 7 dias. Ao exame físico: PA= 85 × 50 mmHg (após 2 Lde cristaloide), FC = 118 bpm, FR = 28 irpm. É iniciado protocolo de sepse, com início de PiperacilinaTazobactam. Hemoculturas são colhidas e, após 24 horas, crescem Klebsiella pneumoniae produtora de ESBL (Extended-spectrum beta-lactamases), com o seguinte perfil:
- Piperacilina-tazobactam: SENSÍVEL;
- Cefepime: SENSÍVEL;
- Meropenem: SENSÍVEL;
- Amicacina: SENSÍVEL.
Diante desse cenário, qual é a melhor conduta antibiótica?
Manter piperacilina-tazobactam, pois há sensibilidade no antibiograma.
Trocar para meropenem intravenoso, com ajuste para função renal.
Trocar para cefepime em dose otimizada, evitando o uso desnecessário de carbapenêmico.
Associar amicacina ao esquema atual.
Suspender β-lactâmicos e manter apenas aminoglicosídeo.