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A parada cardiorrespiratória na pediatria, embora menos...

A parada cardiorrespiratória na pediatria, embora menos frequente do que em adultos, costuma estar associada principalmente a insuficiência respiratória e choque, o que torna o reconhecimento precoce da deterioração clínica e a intervenção rápida decisivos para o prognóstico. Nesse contexto, o PALS (Pediatric Advanced Life Support) organiza a abordagem sistematizada do paciente grave, reforçando a avaliação contínua, o manejo das causas reversíveis e a execução de uma RCP de alta qualidade (compressões eficazes, mínima interrupção, ventilação adequada, desfibrilação quando indicada e uso oportuno de fármacos). Atualizações recentes buscam aumentar a segurança e a efetividade das manobras, com recomendações sobre ventilação com via aérea avançada, escolha do tubo, monitorização de parâmetros e tempo para administração de epinefrina. Sobre esse assunto, é CORRETO afirmar que:


A

mesmo com PA invasiva disponível, a pressão diastólica não deve ser utilizada para avaliar qualidade da RCP.


B

com via aérea avançada, deve-se ventilar 2 ventilações por minuto, realizando 15 compressões por minutos, nos intervalos, desde que tenham dois profissionais.


C

recomenda-se preferir tubo traqueal sem balonete em todas as idades, pois o cuff aumenta complicações e não deve ser monitorado.


D

a pressão cricoide passou a ser recomendada rotineiramente durante a ventilação, a fim de reduzir regurgitação e facilitar o procedimento.


E

recomenda-se administrar a primeira dose de epinefrina em até 5 minutos do início das compressões, quando indicada.