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Homem, 68 anos, é atendido pelo SAMU com palpitações súbitas, dispneia leve e mal-estar há cerca de 6 horas. É portador de hipertensão arterial, diabetes Mellitus tipo 2 e com histórico de AVC isquêmico há 3 anos, sem sequelas. Faz uso regular de losartana e metformina. Ao exame: consciente, orientado, FC: 148 bpm, PA: 126 × 78 mmHg, FR: 20 irpm, SpO₂: 96% em ar ambiente, Ausculta cardíaca: ritmo irregular. Ausculta pulmonar: sem estertores. Monitor cardíaco: fibrilação atrial (FA) com resposta ventricular rápida. Durante o transporte, o paciente mantém estabilidade hemodinâmica.
Na emergência hospitalar, após 2 horas, permanece em FA, FC média de 130 bpm, sem sinais de instabilidade. Ecocardiograma transtorácico sem trombo intracavitário nem disfunção ventricular significativa. Após 48 horas, o paciente recebe alta hospitalar.
Considerando o caso descrito, qual alternativa descreve CORRETAMENTE a conduta mais adequada no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), hospitalar e após a alta, respectivamente?
APH: observação clínica | Hospital: cardioversão elétrica tardia | Pós-alta: suspensão de toda terapia se ritmo sinusal.
APH: cardioversão elétrica imediata | Hospital: antiagregação plaquetária | Pós-alta: betabloqueador isolado.
APH: cardioversão farmacológica | Hospital: alta precoce sem anticoagulação | Pós-alta: acompanhamento apenas se recorrência.
APH: controle da frequência cardíaca e monitorização | Hospital: estratégia de controle de frequência ou ritmo + anticoagulação | Pós-alta: anticoagulação oral contínua e controle rigoroso de fatores de risco.
APH: anticoagulação plena imediata | Hospital: alta direta | Pós-alta: antiagregante plaquetário.