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À luz dos critérios diagnósticos vigentes estabelecidos pelo DSM-5-TR, o transtorno do espectro autista (TEA) deixou de ser classificado em subtipos distintos, passando a constituir diagnóstico único, estruturado em níveis de suporte definidos conforme a intensidade das necessidades de apoio. Considerando essa sistematização conceitual, assinale a alternativa que melhor descreve as características definidoras desse transtorno do neurodesenvolvimento:
Mesmo com diagnóstico único, o TEA permanece dividido em autismo clássico, Síndrome de Asperger e transtorno desintegrativo da infância, com critérios clínicos distintos.
O TEA é identificado por dificuldades na comunicação e na interação social, além de comportamentos repetitivos, podendo variar conforme o nível de apoio necessário.
O TEA é classificado em três níveis de gravidade (leve, moderado e severo), definidos exclusivamente pelo quociente de inteligência do indivíduo avaliado.
A antiga Síndrome de Asperger permanece como diagnóstico independente, sendo caracterizada obrigatoriamente por atraso significativo no desenvolvimento da linguagem.
O TEA só é diagnosticado quando há deficiência intelectual associada e comprometimento global do desenvolvimento.