

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Uma gestante de 39 semanas, primigesta, dá entrada no centro obstétrico com contrações rítmicas e dolorosas. Ao exame físico inicial, apresenta:
• Dinâmica Uterina: 3 contrações de 40 segundos em 10 minutos.
• Toque Vaginal: Colo 100% esvaecido, 4 cm de dilatação, apresentação cefálica, de Lee -2, membranas íntegras.
Após 4 horas de observação e deambulação, um novo toque vaginal revela:
• Toque Vaginal: 5 cm de dilatação, apresentação de Lee -1, membranas rotas espontaneamente com líquido amniótico claro.
De acordo com as novas definições de trabalho de parto e a condução do partograma pela Febrasgo 2025, qual é o diagnóstico da fase atual e a conduta recomendada?
A paciente está em Fase Latente prolongada, devendo-se iniciar ocitocina endovenosa para acelerar a dilatação.
A paciente encontra-se em Fase Ativa do trabalho de parto, e a progressão de 1 cm em 4 horas, embora lenta, não caracteriza necessariamente uma distocia, devendo-se manter a conduta expectante e o suporte emocional.
O diagnóstico é de Parada Secundária da Dilatação, sendo indicada a realização imediata de cesariana devido ao risco de sofrimento fetal.
A paciente entrou em Fase Ativa apenas no segundo exame (5 cm), portanto, o partograma só deve ser iniciado a partir deste momento.