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Sobre a oxigenoterapia e o manejo inicial de recém-nascidos com cardiopatias congênitas, assinale a alternativa correta.
A oxigenoterapia deve ser sempre iniciada em todos os recém-nascidos com cardiopatia congênita, independentemente da saturação de oxigênio.
A saturação periférica-alvo em recém-nascidos com cardiopatias congênitas graves deve estar acima de 90%.
A oxigenoterapia é contraindicada para todos os tipos de cardiopatias congênitas.
A saturação periférica-alvo para a maioria das cardiopatias congênitas graves deve estar entre 70% e 80%.
Em cardiopatias com fluxo sistêmico dependente do canal arterial, a administração de oxigênio pode aumentar o fluxo pulmonar e agravar a circulação sistêmica.