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Um paciente de 55 anos internado para realização de estratificação invasiva de dor torácica de alto risco cardiovascular subitamente perde a consciência. Na avaliação, não responde, não respira e não apresenta pulso central palpável. Solicita-se que sejam iniciadas as compressões torácicas e, assim que disponível, cheque-se o ritmo cardíaco do paciente no desfibrilador – fibrilação ventricular. Sobre a reanimação cardiopulmonar (RCP), é correto afirmar que:
O acesso intraósseo é a via inicial de escolha para administração de medicamentos durante a parada cardiorrespiratória (PCR).
O paciente é considerado como fibrilação ventricular persistente após três ou mais choques, em vigência de desfibrilação adequada e RCP de alta qualidade.
O uso de desfibrilação sequencial dupla para pacientes com fibrilação ventricular persistente é uma prática bem estabelecida.
No caso apresentado, a prioridade no atendimento é a administração de epinefrina 1 mg, endovenosa, em bolus.
O uso rotineiro de dispositivos mecânicos na PCR em adultos é considerado padrão ouro.