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ATENÇÃO: use o enunciado a seguir para responder às duas próximas questões.
Paciente de 37 anos do sexo feminino, obesa (IMC 38), com história de apneia obstrutiva do sono, é submetida a intubação orotraqueal em sequência rápida por insuficiência respiratória aguda secundária a edema agudo pulmonar hipertensivo.
Após pré-oxigenação adequada, paralisia neuromuscular completa e posicionamento otimizado, a laringoscopia direta revela apenas a ponta da epiglote, que se apresenta aderida à faringe posterior, sem possibilidade de elevação com pressão laríngea externa.
No caso em tela, após três tentativas frustradas de intubação por laringoscopista experiente, observa-se dificuldade progressiva de ventilação com dispositivo bolsa-válvula-máscara, com saturação de oxigênio mantendo-se abaixo de 80% por mais de 1 minuto apesar de técnica otimizada.
A conduta correta imediata nessas condições é
inserir máscara laríngea para garantir oxigenação enquanto se planeja acesso cirúrgico às vias aéreas em caso de falha dessa estratégia.
realizar nova tentativa de intubação com videolaringoscópio após reposicionamento da paciente.
administrar naloxona e flumazenil para despertar paciente e então acoplá-la a ventilação não invasiva.
proceder diretamente à cricotireoidostomia cirúrgica como única opção restante.
solicitar ao centro cirúrgico que traga fibrobroncoscópio para intubação guiada pelo dispositivo.