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De acordo com as modificações na metodologia para a determinação da Morte Encefálica (ME) trazidas pela Resolução nº 2.173/2017 do Conselho Federal de Medicina (CFM), assinale a afirmação que representa uma mudança correta em relação à legislação anterior.
A participação do médico neurologista nos exames clínicos para diagnóstico de morte encefálica tornou-se obrigatória para todas as faixas etárias.
O teste de apneia passou a ser realizado duas vezes, com intervalo mínimo entre eles, reforçando a segurança do procedimento.
A realização de exames complementares para o diagnóstico de morte encefálica tornou-se opcional, alinhando-se a algumas diretrizes internacionais.
O intervalo de tempo mínimo entre o primeiro e o segundo exame clínico são definidos segundo a idade do paciente.
Para a capacitação de um médico na determinação de ME, é imprescindível que ele tenha realizado ou acompanhado, no mínimo, dez determinações prévias de ME.


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