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Um paciente de 28 anos é admitido na UTI após traumatismo cranioencefálico grave. Encontra-se sedado, em ventilação mecânica, com monitorização invasiva da pressão intracraniana (PIC). Apesar de sedação otimizada, analgesia adequada e cabeceira elevada a 30°, mantém PIC sustentada em 26 mmHg por mais de 10 minutos. A pressão arterial média é 90 mmHg.
Nesse cenário, a conduta mais adequada para controle inicial da hipertensão intracraniana é
iniciar hiperventilação contínua visando PaCO₂ entre 25 e 30 mmHg como estratégia de controle da hipertensão intracraniana.
administrar manitol ou solução salina hipertônica IV, com monitorização hemodinâmica e osmolar.
reduzir a pressão arterial média para diminuir o fluxo sanguíneo cerebral.
suspender sedação para reavaliação neurológica imediata.
iniciar expansão volêmica vigorosa com solução cristaloide hipotônica.