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Uma equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha uma comunidade de baixa renda com elevada prevalência de diabetes tipo 2, hipertensão e obesidade, associada a condições de insegurança alimentar e baixa escolaridade. Durante visitas domiciliares, a equipe identifica:
• Dificuldade da população em seguir tratamentos devido a condições financeiras e acesso limitado a alimentos saudáveis.
• Falta de adesão a consultas de rotina.
• Baixo engajamento da comunidade em ações preventivas.
A equipe decide implementar um projeto de Educação Popular em Saúde (EPS), buscando promover autocuidado, corresponsabilidade e participação comunitária.
Diante desse contexto, qual a conduta mais adequada:
A EPS deve focar em grupos de risco individuais, como diabéticos ou hipertensos, sem considerar fatores sociais ou interações familiares, pois isso evita dispersão de recursos.
A EPS deve ser dialógica, participativa e contextualizada, envolvendo a comunidade na identificação de problemas, construção de soluções adaptadas à realidade socioeconômica.
A equipe deve priorizar informações técnicas padronizadas, distribuídas em folhetos e palestras, esperando que a população siga as orientações sem participação ativa, para garantir eficiência do programa.
A equipe deve priorizar apenas a adesão aos protocolos clínicos, sem considerar a realidade social, pois a educação em saúde Integra abordagem clínica e promoção da saúde, com planejamento multiprofissional.