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Uma equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Silva, residente em uma comunidade urbana com alto índice de transmissão de doenças respiratórias e infecções gastrointestinais. Durante visitas domiciliares, a equipe identifica:
• Uma criança de 7 anos com febre, tosse intensa e manchas vermelhas pelo corpo;
• Um adolescente com diarreia persistente e sinais de desidratação leve;
• Adultos da casa com tosse ocasional, mas sem febre;
• Condições sanitárias precárias, incluindo acúmulo de lixo e água parada;
• Baixo conhecimento da população sobre prevenção e transmissão de doenças.
A equipe deseja integrar vigilância em saúde e medidas de prevenção, considerando MCCP, abordagem familiar e notificação compulsória de doenças.
Considerando os fundamentos de epidemiologia, vigilância em saúde e notificação compulsória, assinale a alternativa correta.
A notificação compulsória deve ser realizada apenas quando houver confirmação laboratorial da doença, não sendo necessário notificar casos suspeitos ou contatos próximos, pois apenas casos confirmados são relevantes para vigilância.
A notificação compulsória é fundamental e imediata, mesmo diante de suspeitas clínicas, permitindo monitoramento epidemiológico, identificação de surtos, orientação de medidas preventivas e articulação com a comunidade.
As doenças de notificação compulsória só devem ser notificadas após o encerramento do episódio clínico, para não sobrecarregar a equipe de APS.
A equipe de APS deve se limitar a tratar os pacientes sintomáticos, sem notificar a doença, pois a vigilância epidemiológica é responsabilidade exclusiva do setor municipal de saúde.